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Single da Semana: Shakira – “Whenever, Wherever”

14/12/2009

Sereia feelings

Que Shakira é sensacional, todo mundo sabe. Seria perda de tempo elogiá-la neste post. Portanto, vamos ao que interessa. Este single, de 2001, marca a fase inglesa da maior personalidade da Colômbia depois de VALDERRAMA. Whenever, Wherever, a faixa, é excelente, com sua vibe ORIENTE MÉDIO e sua flautinha andina no final. Também pudera: foi composta pela própria Shakira e pela GLORIA ESTEFAN, musa eterna.

A segunda faixa do cd é Suerte, que nada mais é do que a música anterior cantada em espanhol. Claramente superior, já que Shakira em sua língua natal é imbatível. Ouvir frases como “Suerte que mis pechos sean pequeños/Y no los confundas con montañas” derrubam até o mais ferrenho dos detratores da moça. A próxima canção é Whenever, Wherever, só que dessa vez numa versão TV EDIT, que não faz sentido algum. Talvez ela fale alguma coisa PROIBIDONA na versão original e por isso a TV censurou. Pode ser. Não faço a menor questão de saber o motivo.


Machu Picchu é logo ali

Por fim, a faixa de encerramento é uma balada, daquelas que só a colombiana fatal sabe fazer. Inevitable é uma aula de começo calminho e refrão pegado, como toda música decente do universo deveria ser. Perto do final, entra um órgão muito em chamas e uma guitarra encorpada, só pra voltar pro violão depois e fechar os trabalhos de forma magistral.

Shakira, tu é foda.

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Single da Semana: No Doubt – “Just a Girl”

01/12/2009

Apoios no palco: entendo

Um bom single, sem dúvida (desculpem, mas não resisti ao trocadilho). Just a Girl é uma música excelente, com seu tecladinho MAROTO e refrão pegajoso. É difícil escolher canções para lançar em compacto quando se tem um arsenal explosivo como o do Tragic Kingdom, de 1995. Mas a opção foi acertada, pois essa faixa ilustra bem o clima do álbum e toda a MEIGUICE SARADA que a Gwen Stefani tinha na época. Hoje ela é apenas mais uma das BIATCHES QUARENTONAS que andam por aí (apesar de ter boas músicas, admito).

Na sequência vem Different People, uma espécie de BAIÃO DA CALIFÓRNIA, com um ritmo poderoso.  A mistura de ska e pop do No Doubt era foda demais e essa música é um exemplo perfeito. Guitarrinha sacana e baixo marcadão fazem a alegria do povo. Para fechar, Open the Gate, a mais pesada do single, com uma batera muito massa e trompete pegado.

No balanço, diria que temos um triunvirato de boas canções de uma banda que lançou alguns dos clássicos noventistas. Compacto aprovado fortemente.

Single da Semana: Guns N’ Roses – “You Could Be Mine”

18/11/2009

Guiar com uma escopeta: entendo

Primeiro de uma série de singles do Guns que aparecerão por aqui, You Could Be Mine foi tirado da trilha do fatalíssimo EXTERMINADOR DO FUTURO 2. Quem já viu o clipe dessa música sabe o poder que ela tem no filme, DIMULINDO tudo. Está tudo aqui: o baixo demoníaco do Duff, a guitarra estridente do Slash, os rolos do Matt Sorum (divago um pouco: Steven Adler perguntou ao público no workshop: “Vocês já imaginaram se EU tivesse gravado a bateria de You Could Be Mine?” Tenho até medo da paulada que sairia). Todo mundo conhece a faixa de cor, o que dispensa maiores análises.

A outra música do single é a que abre o Use Your Illusion II (o azul, para os leigos) e é a única em que Steven Adler realmente toca: Civil War. Um verdadeiro épico da paz (pior frase da história), essa faixa é um contraponto interessante à BRUTALIDADE de You Could Be Mine. Diria que esse tipo de canção é a especialidade do Axl, junto com todas as outras baladas maravilhosas dos UYI.

O resumo desse single é que ARNOLD + AXL = ALEGRIA SUPREMA. Uma trilha perfeita para um filme perfeito e mais um compacto antológico para a minha coleção.