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A melhor música de cada disco do Green Day

13/10/2010

Hoje é o grande dia: Green Day em Porto Alegre, algo que sonho há uns quinze anos, tranquilamente. E para aquecer para o show de logo mais à noite, resolvi fazer mais uma das já famigeradas listas. A tarefa foi HERCÚLEA, mas escolhi a melhor música de cada disco da banda. Aí vai:

Only Of You – 1,039/Smoothed Out Slappy Hours (1990)

Muita gente não sabe que uma das influências de Green Day é Hüsker Dü, grande banda dos anos 80. E Only Of You tem bastante influência desses caras. Inclusive, a parte do “Ohohoh” que rola mais pro fim da música é parecidíssima com a que rola em Standing In The Rain, do Hüsker. Grande canção, que me marcou muito e até hoje me emociona.

No One Knows – Kerplunk (1992)

Uma das músicas mais trabalhadas do começo da carreira do Green Day, No One Knows é linda demais. A introdução no baixo é perfeita e o refrão, muito poderoso. Num disco em que que todas as faixas são clássicas, essa consegue brilhar bastante. E isso é um mérito e tanto.

Pulling Teeth – Dookie (1994)

Escolher apenas uma música do Dookie é praticamente impossível, já que foi o disco que me fez conhecer a banda. Todas as faixas são muito especiais para mim, mas escolhi Pulling Teeth, por ter sido uma das mais ouvidas na minha adolescência, quando eu me apaixonava por uma nova guria a cada semana. E por ser uma canção de amor muito bizarra, sempre me agradou demais.

86 – Insomniac (1995)

Disco que representou minha quebra de contato com Green Day por um tempo, Insomniac foi o último disco da banda que ouvi na época em que saiu, atitude retomada apenas no American Idiot. Tem muita música boa, com destaque para 86 e seu refrão simples, porém matador. E descobri recentemente que a letra é sobre ser expulso da cena underground, coisa que o Green Day sabe muito bem como é.

Uptight – Nimrod (1997)

Mesmo tendo acabado de dizer que dei uma pausa em Green Day depois do Insomniac, ainda acompanhei a banda, especialmente os clipes. Percebi que eles contiuavam fazendo músicas do caralho e cogitei seriamente escolher uma canção que tinha clipe para colocar aqui. Mas ao descobrir Uptight, todas as outras faixas pareciam menores. Guitarrinha melancólica no começo e refrão como só eles sabem fazer.

Waiting – Warning (2000)

Este é um dos poucos casos em que uma música salta muito na frente das outras num disco do Green Day. Waiting é claramente superior às demais do Warning. As pausas com a guitarra limpa e depois a explosão com baixo e batera são excelentes. É o tipo de música que nasceu para ser hit.

Extraordinary Girl – American Idiot (2004)

Apesar do começo ter um clima meio bizarro, com batucadas tribais e sons soturnos, tudo volta ao normal com a primeira estrofe, detonando geral. O refrão dessa música é um dos maiores motivos para afirmar que Billie Joe Armstrong é um gênio das melodias. Baita canção.

Murder City – 21st Century Breakdown (2009)

Mais uma melodia letal, Murder City já começa quebrando tudo, com a batera a mil. O riff é muito forte e, só para variar, o refrão é grudento, com uma caída legal e que achei bem inesperada na primeira vez que ouvi. Predileta da casa, aqui.

Depois dessa seleção, é só separar a camiseta da banda e rezar para não ter um AVC na primeira música do show. FUI.

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Here we go again

09/09/2010

Há uma faixa na arquibancada inferior do Beira-Rio que diz o seguinte: SOMOS A RESISTÊNCIA. Não quero entrar em questões clubísticas, a faixa poderia estar no Olímpico ou em qualquer outro estádio do Brasil. O que importa aqui é a mensagem escrita, que tem muito a ver com o evento que se realizará neste próximo sábado, no Garagem Hermética: o TRIBUTO LOVE METAL.

Me identifico totalmente com a frase porque é assim que enxergo uma festa como essa, que se propõe a tocar músicas que há tempos foram esquecidas pelo grande público, muitas vezes sendo consideradas bregas, velhas, datadas ou qualquer outro adjetivo depreciativo que se possa pensar. Pois para pessoas como o Leo Mereu, organizador do evento, nada poderia estar mais longe da verdade. As canções tocadas são parte do passado, do presente e certamente do futuro dele.

Pessoas como ele e eu acreditam tanto nesse tipo de som que se prestam a ensaiar músicas, gravar cds, escrever releases e mostrar para todo o mundo que baladas e rocks são a melhor combinação que se pode ter. E é justamente isso que espera quem for ao Garagem no dia 11 de setembro: um bombardeio sonoro poucas vezes visto em Porto Alegre.

Mereu estará incendiando o palco no comando da banda que leva o mesmo nome da festa e eu estarei na discotecagem, garantindo que ninguém saia do recinto sem derramar ao menos uma lágrima. São eventos assim que nos mantêm vivos e é por isso que encaramos com muita gana o desafio de fazer uma noite inesquecível, com a mesma paixão que aquelas bandas que terão suas músicas executadas lá colocaram na hora de compor esses clássicos absolutos.

Vá e comprove que levamos esse papo de AMOR e METAL muito a sério.

Sábado, 11/09 – 23h

Garagem Hermética – Barros Cassal, 386

Mandando email para visceralproducoes@gmail.com o ingresso fica por míseros R$ 8. Na hora, o ingresso é R$ 12.

Boca do Inferno Sessions

12/05/2010

Eis que há exatas três semanas aconteceu o primeiro show da minha banda, a GREGÓRIO DE MATTOS, e eu não mencionei nada por aqui. SHAME ON ME. Acho que fiquei tão absorto no repertório e na quase ausência de ensaios e esqueci de divulgar a performance ao vivo dessa banda que passei a integrar no fim do ano passado, mas que já admirava secretamente há anos.

Como já era previsto, não foi um show perfeito, todos erramos em diversos momentos. Mas aparentemente o público curtiu nosso tributo a uma das maiores bandas dos anos 90, Stone Temple Pilots. Por ser uma noite atípica, em que dividimos o palco com mais de cinco bandas (pelas minhas contas), nosso setlist for cortado, resultando num show de pouco mais de meia hora.

The Decline of Western Civilization – Part III: The Barroco Years

Mas valeu horrores, foi ótimo subir num palco novamente depois de uns quatro anos, a banda é excelente e nossos projetos são ousados. Começou com a primeira execução pública de M. QUINTANA EMPALADO ao final do show, inevitável hit que será regravada em breve. Estamos trabalhando em outras composições, mas isso é assunto para outro post.

Quem quiser ver todas as músicas que tocamos, basta acessar esse link e navegar pelos vídeos. Dica: subi do começo para o fim, portanto a ordem correta começa com Wicked Garden e termina em Don’t Cry (sim, não satisfeitos em homenagear uma banda, resolvemos terminar com cover de OUTRA). As fotos da noite fatídica podem ser vistas aqui.


Para mais momentos como esse, clique aqui.

Era isso por enquanto. Aguardem mais novidades aqui ou no MySpace da banda. BIVÉR.

Axl > Jesus

18/03/2010

Alguns sabem que tenho o hábito de usar o termo SURREAL para descrever diversas situações. É um hábito e hábitos vão se infiltrando na nossa personalidade, fazendo com que qualquer tentativa de perdê-los se torne uma tarefa árdua. Talvez por isso, acabo usando essa palavra de forma indiscriminada apenas por gostar dela, sem avaliar muito se seria a melhor opção.

Pois finalmente posso afirmar que o uso de SURREAL para descrever a noite de 16 de março de 2010 se justifica plenamente, no sentido literal. Afinal, nada descreve melhor o ROL DE ABSURDOS que aconteceram no estacionamento da Fiergs, em Porto Alegre. Se pensarmos que o evento era o show do GUNS N’ ROSES, a surpresa não parece tão grande. E talvez eu devesse saber, sendo fã da banda há quase vinte anos.

Mas NADA poderia me preparar para o que vivi naquele espaço improvisado para abrigar um palco que, de tão monstruoso, podia ser visto da rua por qualquer transeunte que resolvesse gastar seu tempo em uma noite gelada no meio da Avenida Assis Brasil. O congestionamento que pegamos a bordo da nossa KOMBI (o BONDE DO RIHAD, O BEDUÍNO) na Freeway e na Assis Brasil eram piores do que uma ida a Capão da Canoa no Carnaval. A fila para entrar também era enorme, o que ficou compreensível quando descobrimos que os portões abriram com TRÊS HORAS E MEIA DE ATRASO.

Como se não bastasse, ao entrar na Fiergs era preciso passsar por um CARACOL DE GRADES sem nenhum sentido, antes de ser revistado com displicência total. Depois disso, era só escolher um lugar para ver o show e esperar pelo deslocado show da Tequila Baby. Sim, esse mesmo show que não aconteceu devido aos atrasos na montagem do palco. Porém, prefiro acreditar que foram as PRECES COLETIVAS do público para que a Tequila não tocasse que surtiram efeito. Pena que as preces foram fortes demais e o show da Rosa Tattooada também acabou prejudicado. Quando a banda subiu ao palco e Jacques Maciel tentou justificar a presença da banda ali, por respeito ao público, o pessoal já estava irritado demais para ver banda de abertura depois da meia-noite.

Com um som CAGADO logo na primeira música, já dava para sentir que o show não iria longe. Resultado: a Rosa tocou duas músicas E MEIA, porque a guitarra do Jacques foi desligada no meio de Rock and Roll até morrer. Já fiz show no JARDIM DE INVERNO DA FABICO com som melhor do que aquele. Para superar esse fato lamentável, só com um show de abertura completo. E foi isso que o Sebastian Bach fez, em todos os sentidos. Tocou clássicos dos dois primeiros discos do Skid Row e várias do último disco solo dele, o pesado Angel Down.

Mas sou obrigado a admitir que o ponto alto da apresentação não foram as músicas e sim os discursos dele em português, repetindo as mesmas frases DEZOITO VEZES. A cada vez que ele falava “Nosso equipamento foi destruído”, a massa ia ao delírio, como se fosse algo bom. Os gritos que Sebastian dava para levantar o público durante as músicas pareciam mais um  ritual de EXORCISMO do que cantos de incentivo, mostrando que ele claramente estava dopado. Melhor do que isso, só a hora em que ele GRUDOU UMA MINA no palco, para delírio de todos. Excelente show, sem dúvida alguma.

A partir daí, só restava esperar pelo show do Guns. Isso se houvesse show, já que informações diziam que a banda talvez ainda estivesse no Rio de Janeiro, confirmadas pela ligação inesperada do maior fã de Guns no planeta, o Vicente – diretamente da Austrália. Acho que todo mundo estava preparado para esperar três horas até eles entrarem no palco, mas em menos de uma hora as luzes se apagaram e uma trilha instrumental começou. Senti o coração disparar de expectativa, o que só piorou quando DJ Ashba surgiu no topo do palco descascando o riff de Chinese Democracy. Ali caiu a ficha: eu iria ver Axl Rose cantar ao vivo, algo que eu nunca imaginava ser possível. Gritei a letra até não poder mais, e as cordas vocais que já estavam destroçadas por causa do show do Sebastian terminaram de ser ESTUPRADAS.

O baile de bizarrices começaria quando Axl chamou Beta, brasileira que é braço-direito dele há muito anos, uma espécie de SECRETÁRIA DE TUDO, para traduzir o que ele iria falar. Pena que ela traduziu OUTRA COISA, pois ele disse que o palco estava escorregadio e que eles tinham que cuidar para não se machucar e ela entendeu como se fosse para o público cuidar para não escorregar. Crack na medula.

A sequência de faixas do Appetite For Destruction, com Welcome To The Jungle/It’s So Easy/Mr. Brownstone, foi um soco na cara. Quando achei que ia me recuperar, ouço o começo de Sorry. O vocal do Axl nessa música foi simplesmente perfeito. Nesse momento comecei a notar algo que temia muito: o total desconhecimento das músicas do Chinese Democracy pelo público. Sorry e Better não foram cantadas por NINGUÉM que estava perto de mim. Conseguia ouvir minha própria voz como se estivesse no banheiro de casa. Porra, Porto Alegre! Nem Better vocês sabem cantar? Tsc.

Depois de uma versão fatal de James Bond Theme pelo Richard Fortus, veio Live And Let Die e aí o público resolveu se empolgar, pulando bastante. Na sequência, fui completamente SOTERRADO pela tríade do Chinese, com If The World/Shackler‘s Revenge/Street Of Dreams. Mais uma vez, Axl humilhou cantando muito bem, para desespero daquelas pessoas que passaram a semana escrevendo que ele não cantava nada. SEI.

A essa altura, cabe comentar um detalhe muito importante: o telão do palco. Mostrando imagens e vídeos TOTALMENTE ALEATÓRIOS, se tornou uma diversão à parte, com direito até a imagem do FELIPE MASSA. Só pode ter sido ideia do Axl.  Confesso que às vezes desviava minha atenção dos músicos para o telão, na expectativa das próximas imagens definitivas.

Mas deixei o telão de lado quando a bateria fulminante de Rocket Queen se fez ouvir. Um gesto que fiz nessa hora e em muitas outras ocasiões durante o show foi levantar as mãos para o céu, como quem faz uma reverência aos deuses pela honra de estar vendo a MAIOR MÚSICA DE TODOS OS TEMPOS ser executada ao vivo. Não me restou muita coisa a não ser tirar a camisa e fazer AIR GUITAR SEMINU. Auge da minha vida.

Qualquer coisa era lucro depois disso, e ouvir Sweet Child O’ Mine e You Could Be Mine juntas foi algo transcendental, ainda que o vocal não tenha sido muito bom. Na hora não me dei conta, mas o Rodrigo comentou algo comigo ontem que parece muito verdade: Axl dava a impressão de se poupar nas músicas antigas para soltar agudos poderosos nas novas. Se isso for real, ele é o maior marqueteiro do cosmos, pois faz a banda atual parecer muito melhor do que a antiga. O que não deixa de ser verdade. Os três guitarristas são excelentes (DJ Ashba humilhou Slash em diversos momentos, Richard Fortus é um IZZY BOMBADO e Bumblefoot demoliu tudo com as suas guitarras de braço duplo), o Tommy Stinson toca uma baixo pegado, o Frank Ferrer (a.k.a. ED MOTTA EM CHAMAS) castiga a bateria, o Dizzy Reed é o DIZZY REED ETERNO e o Chris Pitman faz backings muito letais.

Prova disso foram os solos de November Rain executados alternadamente pelos três guitarristas. Impossível escolher qual o melhor, todos foram memoráveis, assim como ver finalmente o Axl sentado ao piano cantando uma das maiores baladas já feitas. Para competir com esse momento, só os vocais geniais dele em Knockin’ On Heaven’s Door, alternando vozes de uma maneira que me fez olhar atônito para os companheiros de jornada.

Nightrain foi um golpe duro, com a PASSAGEM DE BASTÃO de solo entre DJ Ashba e Bumblefoot. Aliás, o que o Bumblefoot fez no solo usando o braço fretless da guitarra foi de uma CAVALICE sem igual. Mestre supremo. Depois disso, só mesmo apagando as luzes para preparar os espíritos para o ENCORE CABAL.

Quando ouvi a introdução de Madagascar, percebi que o bis havia começado como deveria. Queria muito ouvir ao vivo os mais de DOIS MINUTOS de samplers surreais da música e não me decepcionei. A execução foi muito boa, não devendo nada ao disco. Meu ânimo já estava nas nuvens, mas nunca poderia imaginar o que me esperaria durante Patience. Isqueiros acesos, pessoas balançando as mãos, violas no palco. Até aí tudo bem, mas quando Axl surgiu no meio da música com um BONECO DO HOMER SIMPSON ENFIADO NA CALÇA, eu deveria ter previsto o apocalipse. Como se não bastasse, ele ainda resolveu MASTURBAR o boneco enquanto cantava, o que provocou risos nele e no resto da banda. Só me restou aplaudir, o que o público também fez com empolgação.

Encerrar o show com Paradise City foi apenas uma formalidade, já que as almas de todos os presentes já haviam sido dilaceradas com a performance anterior do Axl. Claro que serviu para a plateia pular bastante, mas ali eu já havia falecido completamente e apenas acompanhava a letra no modo automático. Para finalizar em alta, Axl atirou longe o microfone e certamente matou alguém, pois o barulho foi alto. Por causa disso, não pôde se despedir quando a música acabou, e saiu com a banda todo do palco.

O público começou a ir embora, mas é óbvio que a noite mais surreal de todos os tempos não poderia acabar assim. Axl voltou ao palco com um novo microfone para dizer que tinha visto uma faixa de algum aniversariante pedindo para ele cantar parabéns. Depois de um momento tenso em que ele tentava descobrir quem de fato estava de aniversário, algumas moças subiram ao palco para ouvir o parabéns cantado por todos. Terminada a homenagem, as pessoas começaram a deixar o palco e Axl largou algo do tipo “YOU GUYS ARE ALL LIKE BLIND”, provavelmente para os caras que deveriam ajudar as meninas a subirem lá. E a noite fechou com chave de ouro quando ele terminou a frase e jogou o microfone no chão, finalmente abandonando o palco. E então começa a tocar My Way, única música possível para descrever o que é Axl Rose.

Não poderia haver outro jeito de acabar aquela aula de surrealismo avançado. Nada mais importava àquela altura, todos ali haviam testemunhado o maior espetáculo possível. Nunca, repito, NUNCA mais será realizado algo parecido. Quem não foi jamais entenderá o que se passou naquele estacionamento, onde um verdadeiro PORTAL DE REALIDADE PARALELA se abriu e fomos sugados para o mundo surreal de Axl Rose e cia. Quem dera eu pudesse viver lá para sempre, porque valeu muito a pena. Ô, se valeu.

01.     Chinese Democracy
02.    Welcome To The Jungle
03.    It’s So Easy
04.    Mr. Brownstone
05.    Sorry
06.    Better
07.    Richard Fortus Guitar Solo
08.    Live And Let Die
09.    If the World
10.    Shackler’s Revenge
11.    Dizzy Reed Piano Solo
12.    Street Of Dreams
13.    Rocket Queen
14.    DJ Ashba Guitar Solo
15.    Sweet Child O’ Mine
16.    You Could Be Mine
17.    Axl Rose Piano Solo
18.    November Rain
19.    Bumblefoot Guitar Solo
20.    Knockin’ On Heaven’s Door
21.    Nightrain

Encore:
22.     Madagascar
23.    Patience
24.    Paradise City

As 10 melhores músicas do Metallica

28/01/2010

Sei que não se faz uma lista com apenas dez músicas do Metallica, mas era preciso. Hoje é o grande dia. Depois de onze anos, eles estão de volta ao PORTINHO. E como muitos já devem saber eu não fui no show de 1999 porque estava passando por uma fase INDIE, em que ouvia Belle & Sebastian e coisas piores (se é que isso é possível). Mas felizmente vi a LUZ durante os anos 2000 e tirei o atraso, vendo vários show de rock de verdade. E agora chegou a vez de assistir aos QUATRO CAVALEIROS DO METAL. Bom, chega de enrolação e vamos à lista, em ordem cronológica:

The Four Horsemen – Kill ‘ Em All (1983)

Whiplash – Kill ‘ Em All (1983)

Metal Militia – Kill ‘ Em All (1983)

Fade To Black – Ride The Lightning (1984)

Creeping Death – Ride The Lightning (1984)

Master Of Puppets – Master Of Puppets (1986)

Disposable Heroes – Master Of Puppets (1986)

One – …And Justice For All (1988)

My Friend Of Misery – Black Album (1991)

Ain’t My Bitch – Load (1996)